Dia da Mãe.. das nossas! Das vossas… de TODAS!

Hoje celebra-se o dia da mãe. Apesar de que para quem é mãe, este dia celebra-se todos os dias mesmo que hajam dissabores. Estes 6 estarolas, têm mães fantásticas e eu pensei em surpreendê-los já que eles ao longo de um ano têm surpreendido muita gente. E, foi assim que comecei a magicar a “coisa”. Mensagens para umas mães, mensagens para irmãos, namoradas… Corri seca e Meca atrás de todas elas e consegui. Precisei da ajuda de um dos meninos para que a coisa fosse publicada. Pedi ao Gonçalo, que sem perceber o que eu queria e já baralhado com o que dizia não estava a perceber nada de nada. Para ele a surpresa foi ontem, mas para os restantes é agora. E eu adorava que as vossas caras estivessem a ser filmadas. Meus queridos amigos, hoje estão vocês expostos, e, aos mimos das vossas mães. Tenham medo, tenham muito meeeedo.

Um muito obrigada às mães destes rapazes por terem colaborado. E outro muito especial aos meus cúmplices: Eduarda Sousa, Francisco Cunha, Carla Sousa, Sónia Sousa e Duarte Moreira.

Por fim, resta-me desejar a todas as mães um feliz dia. Já agora a mim mesma, que também eu tenho o melhor filho do mundo.
Marta Martins

Bruno Félix
O meu filho Bruno… O meu filho Bruno é o verdadeiro significado da palavra amor. O meu anjo da guarda, meu amigo e companheiro, minha felicidade e a minha alegria. Hoje é um homem de H grande, o meu maior orgulho. Dono do seu ser, opinioso, de humor apurado. Amigo do seu amigo, bom marido e orgulhosamente pai da minha neta. Obrigada por fazeres com que este dia exista. Hoje mesmo sendo o meu dia a minha gratidão é para ti.

Miguel Moreira
24 de Novembro de 1984, meu primeiro “DIA DE MÃE”!

Meu primeiro PRÍNCIPE… Meu primeiro AMOR INCONDICIONAL… Parabéns a mim, Parabéns​ a NÓS, MÃES!!

Luís Hidalgo
Uma mãe só pode dizer bem de um filho, para mim o meu é perfeito, com um coração muito grande, que seja muito feliz.

Benjamim Pitacho
Chegou o mês de Maio, é o meu mês e de todas as mães, estou nostálgica e lembrei-me quando fui mãe pela primeira vez, sim Benjamim foi contigo que me estreei, apos mais de 9 meses à espera lá te tivemos de pôr cá fora, porque tu não te decidias a dar-nos a honra da tua presença.

Dia 14 de Setembro de 1984, pelas 10h lá estavas tu, mas teimoso não quiseste chorar e assim começou a nossa vida em comum.

Vamos lá a isto, foste um bebé sossegadito deixaste-me dormir, comias bem, de vez em quando um problemazito de saúde, mas tudo no normal.

Nasceste em França, e ao fim de 3 anos lá vieste para Portugal, ficaste com a avó, tive tantas saudades tuas, tinha medo que me esquecesses, mas foram só 3 meses.

A partir daí nunca mais te deixei, começou a escolinha e lembras-te fazias essa caminhada 4 vezes ao dia e eu 8, mas correu tudo bem. Veio a primária e lá ia eu levar-te aos teus amigos, mas já íamos de carro. Nessa fase fizeste algumas coisitas interessantes, por exemplo pregar pregos numa escada de mármore, apanhar as flores todas do jardim, mas na escola portaste sempre bem, não havia queixas.

Fomos fazendo a nossa caminhada lado a lado.

Tu cresceste e tornaste um jovem por vezes rebelde, e deves lembrar-te, tivemos algumas zangas, uma delas por causa de uma moto quatro, que nunca tiveste, não fazia falta.

De vez em quando lá vinha a rebeldia e eu a contraria-la e entre bons e menos bons momentos lá chegámos à universidade e aos 18 anos, que era a tua meta para sair de casa e fazer o que querias, e lá começámos uma etapa, mas tu sempre cá em casa, mas eu estava feliz também não queria que te fosses embora.

Tiraste a carta de condução e aí tivemos uma fase difícil e tu sabes porquê, mas tudo se recompôs. Sabes que me preocupei muito, eu vivi a minha vida em função dos filhos. Nessa altura começaste também e de vez em quando a perder a conta dos copitos que bebias, também tivemos umas discussões sobre esse assunto, e conseguiste controlar-te.

Foram mais 5 anos, e lá vais tu enfrentar a vida de adulto, arranjar trabalho.

Zanguei-me muitas vezes contigo, mas também te consolei, dei-te mimo e dou se necessário.

Agora já estás na tua casa e quero muito que sejas FELIZ, gostava que conversasses mais quando alguma coisa não vai bem, se puder eu ajudo ou pelo menos ouço-te.

É bom relembrar o que passámos juntos e lembra-te que estou SEMPRE aqui para ti e que o AMOR DE MÃE é incondicional e vou amar-te SEMPRE e sempre que queiras e precises vem ao meu encontro.

Beijinhos da Mãe.

Gonçalo Sousa
Como apresentação ao meu filho Gonçalo… posso dizer que sempre foi muito senhor do seu nariz e super radical. A sua infância vivida em grande parte entre parque infantil e adro da igreja, apurou-lhe o sentido do desporto radical ao ar livre, mais propriamente a bicicleta, que dia sim, dia não, ia para o sr. Daniel soldar o “garfo” que estava partido.

Mas para a história curiosa e caricata que vos quero contar importa contextualizar que ele nasceu com estrabismo, o que lhe ocasionou várias operações e lhe impôs uma postura corporal defensiva para melhor conseguir sobrepor as imagens, de forma a conseguir uma visão mais correta. Ainda hoje não consigo explicação para o facto de ele, nessa altura, contínua e consecutivamente rasgar um joelho das calças do pijama, não me lembro se o direito ou o esquerdo. Mas isto só acontecia a dormir, pois na roupa que usava no dia-a-dia não era tão frequente. De mês a mês lá tinha que colocar uma joelheira na calça do pijama novo. Isto sistematicamente. Comecei a ralhar e a aborrecer-me com ele.

Certa vez, teria uns 5 ou 6 anos, ao fim de uns 4 ou 5 dias de ter umas joelheiras novas no pijama, o dito joelho estava todo roto novamente. Ele, certamente com medo do ralhete, tratou de tentar coser. Pegou num pedaço de tecido que encontrou em casa, numa agulha de coser malha (entenda-se das grossas) e numa linha de croché (também grossíssima) e lá meteu mãos à obra. Escusado será dizer que foi apanhado.

Esta obra-prima, continua, religiosamente, guardada, como recordação da tentativa de emendar um problema, que continuou a persistir, e que lhe era completamente alheio e sem explicação.

Esta é apenas uma entre tantas histórias que poderia contar.

Neste Dia da Mãe, a homenagem é minha. Porque sem os meus filhos, não havia o que homenagear.

João Rodrigo
Ser mãe do João… Não sei se sou boa ou má mãe, mas, como diz o Doutor Daniel Sampaio os Pais só sabem se são bons pais, quando os filhos se tornam pais. O meu filho para mim é a minha alegria no sentido de que é o único filho que tem filhos e que eu como mãe me realizo perfeitamente na sua tarefa de pai, portanto eu acho que não devo ter sido mazinha de todo porque ele é um excelente pai. Ser Mãe do João é uma sensação fantástica, é ser mãe do improviso. Acima de tudo ser mãe do João é ser uma mãe realizada, que se vê projectada naquilo que ele é como pessoa, como profissional, e que vê no filho que valeu a pena ser mãe. O João no fundo é o meu termostato.

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