Já todos ouvimos falar do que está a acontecer e estaremos cientes de que algo se passa a uma escala global. Está identificado um vírus, aparentemente desconhecido da nossa medicina e portanto, para o qual não existe ainda vacina ou forma de combate concreta. Este factor aliado à propagação do vírus pelo globo, facto que ocorre com bastante facilidade atendendo ao número de pessoas que diariamente viajam entre países, estão a gerar uma onda de pânico que nos leva a questionar se fará sentido todo este alarmismo?!

Por um lado falamos de uma doença, algo que afecta a saúde e que aparentemente já motivou alguns milhares de mortes. Ninguém quer que um fenómeno destes cresça ou se alastre, até porque sobre isso nos ensina a história com alguns cenários catastróficos de epidemias e doenças que dizimaram milhares de pessoas. Terão sido assim tão fatais ou a relatividade dos números leva-nos ao engano?

No reverso da moeda, temos os indicadores que são interpretados da forma que mais convém ou se pretende! Se existem à data, menos de 4.000 mortos pelo Coronavírus num espaço de cerca de 2 meses, quais são os números de mortos motivados por outras causas…a tal gripe normal, cancro, AVC’s, doenças respiratórias, entre outras causas que sabemos que ceifam muitas vidas diariamente e não são no entanto causas para alarmes ou medidas de combate imediato.

Paira então a questão: será que o COVID-19 é assim tão letal?

Com toda a (des)informação com que nos deparamos e que nos é injectada diariamente, pelos diversos meios de comunicação social, redes sociais e todos os outros canais por onde nos chegam notícias, atingimos um ponto em que é impossível termos certeza do que quer que seja e formular uma opinião concreta, objectiva e fundamentada sobre a fatalidade desta estirpe e inclusive sobre o que realmente está a acontecer!

Chegam-nos notícias de que a OMS não tem os números reais sobre esta doença, de que os países não estão a ser claros na divuldação dos casos detectados, do cancelamento de eventos, de quarentenas, de todo um cenário de catástrofe que nos leva a outra questão: será tudo isto efectivamente necessário?

Por último, verdade ou mentira, fatal ou não, toda esta situação gera impactos reais e que nalguns casos, a todos afecta. Não me refiro à saúde, que essa, se ficarmos fechados em casa, estamos safos (é isso, certo?) mas sim nos demais impactos colaterais, como as flutuações nas economias (e oportunamente preços a subir!), a redução do consumo nalguns sectores fundamentais a certos países, como é o exemplo do turismo e o impacto nas actividades profissionais internacionais com as condicionantes nas viagens, cancelamento de eventos e claro, o aumento no consumo, algumas vezes imposto, de certos artigos para nossa “protecção”!

Em suma, muito se fala mas a verdade é que faz falta a informação concreta, objectiva, real e verdadeira sobre o que se passa, qual a origem real deste vírus, como pode ser combatido, quais os verdadeiros números de casos e esclarecer o mundo sobre a real fatalidade e o real perigo deste vírus!

Parafraseando os mais cepticos, não passa de uma gripe com um nome diferente!

Será?…é a informação que falta!!

Written by Benjamim Pitacho
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